Últimos comentários

Comentário de: O homem com violões na alma

Djalma Cardoso Queiroz [Visitor]
Lucas,

Só você para descobrir as preciosidades de
de nossa terra. Fico feliz em saber que Santana está sendo tão bem divulgada. Quando eu for a Santana irei procurar o Sr Expedido. Quem sempre me fala de você é nossa amigo em comum: Fran. Inclusive ele me falou que recentemente foi assistir a um Show seu que foi um sucesso.
Estou muito feliz por ter conseguindo contato.
Abraços sinceros,

Djalma.
PermalinkPermalink 25.09.07 @ 09:31

Comentário de: T-Bone em reportagem no Caderno Cidades do Correio Braziliense de hoje

Massa ess iniciativa, neh?

Quemm sab agora a cultura fica menos restrita a poucos e q mais e mais
pessoas tenham acesso a ela


^^
PermalinkPermalink 06.07.07 @ 15:20

Comentário de: T-Bone em reportagem no Caderno Cidades do Correio Braziliense de hoje

admin [Member]
seu comentário foi publicado. Fran
PermalinkPermalink 03.07.07 @ 22:01

Comentário de: Senador elogia projeto Parada Cultural

Fernando Rocha [Visitor]
O Açougue T-Bone é a concretização da realidade de um homem autodidata que emergiu dos campos das idéias literárias, para a concretização das idéias libertárias. Luiz Amorim é homem de ação, de pensamento intenso e concreto, que impulsiona o saber aos cidadões comuns, em lugares-comuns: açougues, paradas e bibliotecas. Nesse contexto,ele propicia cultura em diversos espaços.
PermalinkPermalink 29.06.07 @ 21:35

Comentário de: T-Bone em reportagem no Caderno Cidades do Correio Braziliense de hoje

Fernando Rocha [Visitor]
O Açougue T-Bone é a concretização da realidade de um homem autodidata que emergiu dos campos das idéias literárias, para a concretização das idéias libertárias. Luiz Amorim é homem de ação, de pensamento concreto em comunhão com o cidadão que impulsiona o saber aos cidadões comuns, em lugares comuns: açougues, paradas e bibliotecas. Nesse contexto, ela impulsiona a o cultura em diversos lugares.
PermalinkPermalink 29.06.07 @ 21:25

Comentário de: T-Bone em reportagem no Caderno Cidades do Correio Braziliense de hoje

Fernando Rocha [Visitor]
O Açougue T-Bone é a concretização da realidade de um homem autodidata que emergiu dos campos das idéias literárias, para a concretização das idéias libertárias. Luiz Amorim é homem de ação, de pensamento concreto em comunhão com o cidadão que impulsiona o saber aos cidadões comuns, em lugares comuns: açougues, paradas e bibliotecas. Nesse contexto, ela impulsiona a o cultura em diversos lugares de Brasília.
PermalinkPermalink 29.06.07 @ 21:23

Comentário de: NEM Q-BOA, NEM LIQUI-PAPER

Sandra Fayad [Visitor] · http://www.sandrafayad.prosaeverso.net/
Eta menina danada!

Obrigada pela divulgação do meu soneto. Espero que os "T-Boneses" gostem.

Beijos
PermalinkPermalink 11.06.07 @ 13:39

Comentário de: Entrevista com Bernardo Erwin

Gabriela Brasil [Visitor]
Olá Clevane! Me emocionei por demais com o 1º Mo(vi)mento, Mo(vi)mento 2, Mo(vi)mento 3, Mo(vi)mento 4, Movimento 5 / Aparentemente Estático e Momento 5, belíssimas palavras que molharam meus olhos de emoção, expressam a beleza artística e resumem, enfim, a maravilhosa união entre os divinos, natureza, música e poesia. E assim, despertando o “meu” conhecimento e reconhecimento do precioso irmão, pai, amigo, eterno amor e iluminado elo que o destino me proporcionou. Parabéns e obrigada! Grande beijo, Gabi.
PermalinkPermalink 01.06.07 @ 11:11

Comentário de: Cultura Brasiliense está de luto

Maria Alice Porto Rossi [Visitor] · http://www.portorossi.art.br
Fiquei muito triste ao saber que ela se foi de perto de nós. Aprendi muito com essa força de fé na vida e no ser humano em forma de mulher.
O ensino de arte no Brasil deve muito ao trabalho desenvolvido por ela.
Até mais Lais.
PermalinkPermalink 31.05.07 @ 12:21

Comentário de: Ou da possibilidade de sermos muitos...

Claudia Cardim [Visitor]
Adorei o texto da Deliane Leite pois me fez pensar que ante a impossibilidade física de sermos muitos devemos e podemos ser e viver intensamente um e lembrar que basta a cada dia suas preocupações. Já que não dá pra ser muitos, desfrutemos da liberdade de sermos inteiramente um.
PermalinkPermalink 22.05.07 @ 13:11

Comentário de: Mães do Treze de Maio

Helena do Sul [Visitor]
Para a coluna de Jorge Amâncio

Sinto-me homenageada como mulher negra e mãe, com seu lírico e forte poema. Gostei de saber de sua coluna e passarei a acompanhá-la, com muita atenção. Abreijos
PermalinkPermalink 18.05.07 @ 19:15

Comentário de: Ou da possibilidade de sermos muitos...

Danielly Teixeira [Visitor]
A abordagem da Deliane Leite demonstra seu grande interesse na questão "da possibilidade de sermos muitos", e que Fernando Pessoa já coroou com a sutileza de sua linguagem. Em suma, o artigo me leva a pensar que uma só vida é muito pouco diante de todas as nossas possibilidades de apreende-la.
PermalinkPermalink 18.05.07 @ 14:53

Comentário de: Monstros no céu

Mírian Cleire [Visitor]
Meu lindo! O tempo passa, mas você está
sempre presente em minha vida. Há anos
nos falamos quase todos os dias, e quando
não te encho o saco pela manhã, sinto que meu dia não está perfeito.Amo você! É um
prazer enorme ser intérprete de suas
lindas poesias.

Beijos Azuis,
Mírian Cleire
PermalinkPermalink 18.05.07 @ 09:41

Comentário de: Cultura Brasiliense está de luto

Martinus [Visitor]
Conheci a Laís como a minha professora lá na UFPB de João Pessoa.
Sentia muito carinho por ela e fiquei bastante feliz de ter aula de uma professora com tanto conhecimento, tanta capacidade e tanto amor.
Também já lhe vi Pierre quando estava em João Pessoa e veio buscar a Laís na universidade. Ela me contou de você, não sei se estudava música lá fora, ou algo assim. Naquele tempo a Laís andava em um carro modelo brasília. Ela me contou que iria voltar para Brasília, coisa que naquele tempo não entendi pois eu amava morar em João Pessoa.

Mas, como a vida dá muitas voltas, eu também vim morar em Brasília onde encontrei a Laís por várias vezes e tentei colaborar com um projeto. Depois o destino não nós fez encontrar novamente.

Até ontem, quando li no jornal sobre o falecimento da Laís e o meu coração se encheu de tristeza.
PermalinkPermalink 15.05.07 @ 16:36

Comentário de: Cultura Brasiliense está de luto

Martinus [Visitor]
Conheci a Laís como a minha professora lá na UFPB de João Pessoa.
Sentia muito carinho por ela e fiquei bastante feliz de ter aula de uma professora com tanto conhecimento, tanta capacidade e tanto amor.
Também já lhe vi Pierre quando estava em João Pessoa e veio buscar a Laís na universidade. Ela me contou de você, não sei se estudava música lá fora, ou algo assim. Naquele tempo a Laís andava em um carro modelo brasília. Ela me contou que iria voltar para Brasília, coisa que naquele tempo não entendi pois eu amava morar em João Pessoa.

Mas, como a vida dá muitas voltas, eu também vim morar em Brasília onde encontrei a Laís por várias vezes e tentei colaborar com um projeto. Depois o destino não nós fez encontrar novamente.

Até ontem, quando li no jornal sobre o falecimento da Laís e o meu coração se encheu de tristeza.
PermalinkPermalink 15.05.07 @ 15:23

Comentário de: Cultura Brasiliense está de luto

Martinus [Visitor]
Conheci a Laís como a minha professora lá na UFPB de João Pessoa.
Sentia muito carinho por ela e fiquei bastante feliz de ter aula de uma professora com tanto conhecimento, tanta capacidade e tanto amor.
Também já lhe vi Pierre quando estava em João Pessoa e veio buscar a Laís na universidade. Ela me contou de você, não sei se estudava música lá fora, ou algo assim. Naquele tempo a Laís andava em um carro modelo brasília. Ela me contou que iria voltar para Brasília, coisa que naquele tempo não entendi pois eu amava morar em João Pessoa.

Mas, como a vida dá muitas voltas, eu também vim morar em Brasília onde encontrei a Laís por várias vezes e tentei colaborar com um projeto. Depois o destino não nós fez encontrar novamente.

Até ontem, quando li no jornal sobre o falecimento da Laís e o meu coração se encheu de tristeza.
PermalinkPermalink 15.05.07 @ 15:20

Comentário de: Cultura Brasiliense está de luto

Cleide Soares [Visitor]
A nossa Laís falava em poesia e prosa. Cantava seus conselhos. Doce, serena e linda, nos apresentou o fazer, o ouvir e o sentir a arte. Gerou um bando de gente para a militância cultural.
Lalá, a saudade é grande. Do tamanho do amor que você plantou em nossos corações.
Voce deixou um vácuo no coração da sua gente de Brasília.

Cleide 14/05/2007
PermalinkPermalink 15.05.07 @ 00:13

Comentário de: Monstros no céu

Renio Quintas [Visitor] · http://www.musicexpress.com.br/renio
Parabéns Cacá, grande escultor da
palavra!
Abs muita Arte,
Renio Quintas
PermalinkPermalink 14.05.07 @ 17:15

Comentário de: Monstros no céu

Chanice Magalhães [Visitor] · http://chanynaby.blogspot.com
Cacá, eu fui para o Saral de poesia que aconteceu em Brasília pro lançamento de livro do Antônio Mariano e ouvi uma poesia sua que gostei muito mesmo. Mas não me recordo o nome nem nada. Existe algum site que disponibiliza todas as suas poesias para eu poder procurar?
Eu tenho 13 anos e amo poesia, escrevo, e sonho ser escritora... Por favor dê uma olhada no meu site!
PermalinkPermalink 12.05.07 @ 15:49

Comentário de: A gente adora @s colaborador@s

Vanessa [Visitor]
T-Bone!! Apaixonante, a biblioteca, o açougue, as pessoas, os livros... Adoro, amo este cantinho tão especial... sem palavras!!!

Bjocas da amiga aqui.

PermalinkPermalink 09.05.07 @ 23:14

Projetos Culturais T-Bone

Este BLOG é um espaço aberto aos amigos convidados pela T-Bone para publicar seus textos de temas livres, além das notícias do dia-a-dia da ONG. Os colunistas são responsáveis pelo conteúdo publicado. Boa leitura! Luiz Amorim

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