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 Clodo, Climério e Clésio
À memória de Clésio Ferreira Pessoas há que não passam, Mesmo quando já trespassadas. Olhar de amigo, lívido lírio. Olhá-lo óvulo, voo, enlevo calmo. Ia-se, nado, a braçadas para este Nada.
Que é o Tudo, ou é só um Vale. Pedir-lhe-emos, agora, licença, Por imagens, outras percepções. Pessoas há que nem o são. Se seres fossem, não doeriam. Preferem crer, à moda dos cães, Melhor não ser, a ser vil. Ocultara-se, já quase casulo. Despregando vida como velcro. Viver é só um curto invento, Para enigmas de revelações. |